É esta cidade que me mata,
por isso enterro nela, com as mãos,
tudo o que sou.
Me tira o estilingue e a tal pedra escolhida a dedo por isso enterro nela, com as mãos,
tudo o que sou.
para matar o amor.
Me mostra o avesso dessa estranha roupa,
que ele em seu devaneio me comprou.
E o que me cobra é só preço da culpa
pelo que calei quando perguntou.
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