Se me ouvir mais uma vez
falar no grande amor,
por favor,
pega a pedra do meu peito
e joga na minha cara,
para que eu nunca me esqueça
que amor rima com dor.
Não deixa eu me enfeitar,
nem sorrir e dançar
nas ruas e praças do Paraíso,
como se houvesse cura,
como se eu pudesse sonhar,
como se solidão não fosse minha sina.
Não me deixa acreditar,
outra vez,
na grande mentira.
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