quinta-feira, 7 de maio de 2009

Quando somos muito fortes , quem recua? Muito alegres , quem cai no ridículo? Quando somos muito maus, que fariam de nós?
Enfeitai-vos, dançai, ride.
Não poderei jamais atirar o amor pela janela.(Rimbaud)

Com licenca, queridos mal-amados como eu, mas hoje é dia de falar de amor. Eu entendo Rimbaud errado, pois quero só dancar. Ele passou em frente à minha janela e o mar mudou prá cá. Nao, ele nao é um amigo imaginário, Dr. Bidu.
E traz sempre tanto azul, que hoje nem quero ser pedra.

Para R.
Eu só quero é andar à toa
De manhã, no sol, a mente é boa
Pra saudar e pra comemorar.
Nossa prece, pássaro que voa,
Uma montanha de esperança boa,
Terra nova pra a gente plantar.
(LOA - new - por Marina Machado http://www.marinamachado.com.br/)

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Eu enfrentava os batalhões
Os alemães e seus canhões*

Eu coleciono estilingues. Como veteranos de guerra que colecionam armas, enfeito com eles o meu porão. Não os penduro conforme o tamanho ou data de fabricação. Apenas coloco à direita os que já usei e à esquerda os que nunca acertarão nada.
Explica-se por aí que estilingue é arma de baixo poder. Saber disso me faz bem. Ameniza a culpa que me corrói nas tardes que perco ensaiando uma pedrada aqui, outra lá.

Quando ando por aí, olhando pra baixo, já sei bem que pedra combina com que borracha. E pra quem.

Guardava o meu bodoque
E ensaiava um rock para as matinês*

*Joao e Maria - Chico Buarque

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