segunda-feira, 27 de julho de 2009

Vou contar uma historinha que torcerá narizes. Mas se eu não conto, vocês não ficam sabendo.
Vocês não assistem TV. Ou pelo menos não a Globo, né?
No programa de sábado, o Padre Bonito contou que esteve no aniversário de Adélia Prado. É seu amigo, de casa. Os dois são mineiros, ele é de Formiga. Era fã da Adélia, hoje é amigo íntimo.
Disse que estava lá, maravilhado com as conversas da casa. Adélia, suas irmãs e o Zé, todos gente muito culta. Com quem se pode falar sobre qualquer tema.
Quando ele resolveu ir embora, elas perguntaram se podiam rezar por ele. Claro. Fizeram todos um círculo, o Padre no meio, colocaram suas mãos na cabeça dele e o abençoaram.
Não é difícil, né?
Todos os nomes para amor, Deus, verdade que ele ou ela possam encontrar, não são necessários. Eu já entendia tudo isso com 8 anos.
Por que a gente esquece?

Respondendo: eu assisto pela Internet, TV Canção Nova.

Um comentário:

Eu enfrentava os batalhões
Os alemães e seus canhões*

Eu coleciono estilingues. Como veteranos de guerra que colecionam armas, enfeito com eles o meu porão. Não os penduro conforme o tamanho ou data de fabricação. Apenas coloco à direita os que já usei e à esquerda os que nunca acertarão nada.
Explica-se por aí que estilingue é arma de baixo poder. Saber disso me faz bem. Ameniza a culpa que me corrói nas tardes que perco ensaiando uma pedrada aqui, outra lá.

Quando ando por aí, olhando pra baixo, já sei bem que pedra combina com que borracha. E pra quem.

Guardava o meu bodoque
E ensaiava um rock para as matinês*

*Joao e Maria - Chico Buarque

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