Eu acredito em Paraíso.
E conheço o Paraíso: fica na Noruega.
É um fiorde.
Eu deveria estar lá, mas Erik não apareceu.
Nem outro viking viril. Me virei sozinha.
No fiorde, eu observava os longos dias de verão.
E conheço o Paraíso: fica na Noruega.
É um fiorde.
Eu deveria estar lá, mas Erik não apareceu.
Nem outro viking viril. Me virei sozinha.
No fiorde, eu observava os longos dias de verão.
As intermináveis noites de inverno.
Cantava, perplexa diante do gigante.
Eu relaxava.
Minha impotência e o Paraíso.
É para isso que viajo:
para ser pequeno.
No Paraíso.
Para não ter perguntas.
Para ser perfeito.
Mundo e eu, perfeitos.
Cantava, perplexa diante do gigante.
Eu relaxava.
Minha impotência e o Paraíso.
É para isso que viajo:
para ser pequeno.
No Paraíso.
Para não ter perguntas.
Para ser perfeito.
Mundo e eu, perfeitos.
Não fiquei no Fiorde, porque Erik não veio.
Nem outro grande qualquer.
Sempre que fiquei, veio alguém.
Isso é pequeno para você?
Isso é perfeito no Paraíso.
Nem outro grande qualquer.
Sempre que fiquei, veio alguém.
Isso é pequeno para você?
Isso é perfeito no Paraíso.
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