terça-feira, 12 de maio de 2009

Mensch - Herbert Grönemeyer
http://www.youtube.com/watch?v=TLuRpXMLHEQ&NR=1

Por enquanto, está certo
por enquanto, está bom
nada é realmente importante
depois da maré baixa vem a alta
na praia da vida
sem motivo, sem razao
nada está perdido
eu construo os sonhos na areia

é isso, está certo
tudo em seu caminho
e é tempo de sol
despreocupado e livre

e o humano se chama humano
porque ele esquece
porque ele reprime
porque ele se espanta e se fortalece
porque ele aquece, quando ele fala
porque ele ri
porque ele vive
voce faz falta

o firmamento se abriu
sem nuvens e azul como o mar
telefone, gás, luz
sem pagar, também dá
divida comigo sua paz
mesmo que seja só emprestada
eu nao quero seu amor
eu quero só sua palavra

e é isso, isso está certo
tudo no seu caminho
e é tempo de sol
limpo e leve

e o humano se chama humano
porque ele erra e porque ele luta
porque ele espera e ama
porque se compadece e perdoa
e porque ele ri
e porque ele vive
voce faz falta
porque ele ri
porque ele vive
voce faz falta

e é isso, tá certo
está tudo no caminho
é tempo de sol
limpo e leve

e o humano se chama humano
porque ele esquece
porque ele reprime
porque ele se encanta e acredita
se apóia e confia
e porque ele ri
porque ele vive
voce faz falta

está tudo certo
dói na medida
é tempo de sol
sem plano, sem guia

e o humano se chama humano
porque ele se lembra, porque ele luta
porque ele espera e ama
porque se compadece e perdoa
porque ele ri
porque ele vive
voce faz falta

Humano - (traducao: Maria Stein)

*A mulher com quem Herbert Grönemeyer viveu por 20 anos, mae de seus filhos, morreu em 1998 de cancer. Depois de alguns anos de silencio, ele ressurgiu com a música acima.

Um comentário:

  1. lindo, maria, lindo... obrigado por nos apresentar este tesouro contemporâneo!!! abraços! como eram os gatinhos pomeranos???

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Eu enfrentava os batalhões
Os alemães e seus canhões*

Eu coleciono estilingues. Como veteranos de guerra que colecionam armas, enfeito com eles o meu porão. Não os penduro conforme o tamanho ou data de fabricação. Apenas coloco à direita os que já usei e à esquerda os que nunca acertarão nada.
Explica-se por aí que estilingue é arma de baixo poder. Saber disso me faz bem. Ameniza a culpa que me corrói nas tardes que perco ensaiando uma pedrada aqui, outra lá.

Quando ando por aí, olhando pra baixo, já sei bem que pedra combina com que borracha. E pra quem.

Guardava o meu bodoque
E ensaiava um rock para as matinês*

*Joao e Maria - Chico Buarque

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