terça-feira, 9 de junho de 2009

Gosto de pensar que nao contar a todos o quanto amo quem amo acrescenta um pouco mais de amor a esse meu amor por voce.
Eu te poupo de carregar esse peso: ser amado por mim.
Isso é o que resta de altruísmo em mim. E é para voce.
É claro que sei que voce sabe que te amo. Deixo isso claro no olho com que te olho, quando te vejo. E mais claro ainda na voz com que canto, já que é mesmo só para voce que canto.

(R., o amor é uma pedra, sim. Uma preciosa, como as que o meu filho me dá.)

2 comentários:

Eu enfrentava os batalhões
Os alemães e seus canhões*

Eu coleciono estilingues. Como veteranos de guerra que colecionam armas, enfeito com eles o meu porão. Não os penduro conforme o tamanho ou data de fabricação. Apenas coloco à direita os que já usei e à esquerda os que nunca acertarão nada.
Explica-se por aí que estilingue é arma de baixo poder. Saber disso me faz bem. Ameniza a culpa que me corrói nas tardes que perco ensaiando uma pedrada aqui, outra lá.

Quando ando por aí, olhando pra baixo, já sei bem que pedra combina com que borracha. E pra quem.

Guardava o meu bodoque
E ensaiava um rock para as matinês*

*Joao e Maria - Chico Buarque

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