terça-feira, 4 de agosto de 2009

Literatura, ai, ai.
Só de ouvir o nome já borbulha o meu umbigo.
Vontade de apelar direto pro mineirês: ô, trem bom.
Mas e o medo de ser como aquela colega de faculdade que escreve muito bem. Bem igual a sua ídola.
Se bem que escrever um pouco parecido com a Adélia já me descansaria em paz.
Ter letra e linha própria é difícil. Copiar, irresistível.
E bem triste ser medíocre.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Eu enfrentava os batalhões
Os alemães e seus canhões*

Eu coleciono estilingues. Como veteranos de guerra que colecionam armas, enfeito com eles o meu porão. Não os penduro conforme o tamanho ou data de fabricação. Apenas coloco à direita os que já usei e à esquerda os que nunca acertarão nada.
Explica-se por aí que estilingue é arma de baixo poder. Saber disso me faz bem. Ameniza a culpa que me corrói nas tardes que perco ensaiando uma pedrada aqui, outra lá.

Quando ando por aí, olhando pra baixo, já sei bem que pedra combina com que borracha. E pra quem.

Guardava o meu bodoque
E ensaiava um rock para as matinês*

*Joao e Maria - Chico Buarque

Bausteine

Kreis