segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Relembrando...

Ouvindo Bárbara fora do bar

Tua intuição passou a jogar no teu time.
É começo do caminho.
Esqueça a luz no fim do túnel. Você sempre soube que ela não existe. Te confirmarem foi o melhor que fizeram por ti.
Legal, você entendeu que o que há é o túnel.
Escuro, com clareiras. Úmido, intercalado de dias quentes. Longo, porque sem fim.
Vá em frente. Já sabe, né? Entrou, não sai.
A maior parte nem entra, cara amiga.
O medo do túnel, adiar planos, ideologias sem fundamento, tratamentos alternativos.
O que é tudo isso, senão a mesma coisa?
Não te parecia que estava faltando alguma porta, todo dia, quando você saía prá rua?
É a porta do túnel, liebling. Onde você acaba de bater.

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Eu enfrentava os batalhões
Os alemães e seus canhões*

Eu coleciono estilingues. Como veteranos de guerra que colecionam armas, enfeito com eles o meu porão. Não os penduro conforme o tamanho ou data de fabricação. Apenas coloco à direita os que já usei e à esquerda os que nunca acertarão nada.
Explica-se por aí que estilingue é arma de baixo poder. Saber disso me faz bem. Ameniza a culpa que me corrói nas tardes que perco ensaiando uma pedrada aqui, outra lá.

Quando ando por aí, olhando pra baixo, já sei bem que pedra combina com que borracha. E pra quem.

Guardava o meu bodoque
E ensaiava um rock para as matinês*

*Joao e Maria - Chico Buarque

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