Olha o céu, moço!
Com aquelas cores que não são
nossas,
que não sabemos fazer.
Turquesa? Laranja? Rosa?
Não sei igual.
Arrebataram-me.
Estou em tempo de julgamento, sem a dor no peito.
A premonição do Paraíso e as cores indo lentamente para este lugar.
Lá onde você já mora.
Onde te vi passear, à hora
perigosa.
São seis em ponto, Deus, e não
estou nostálgica.
Só lembro do moço passeando
sobre águas coloridas,
como este céu de hoje.
Será que ele ainda mora lá?
Que não demore é o meu desejo.
Espero a hora da fusão das
cores.
E de sua queda.
Sei que será o tempo de estar
junto, então.
Depois de todos esses longos
dias cinzentos,
sem o som das quedas d´água.
Sem as notas harmoniosas de sua
voz
criando canções de silêncios
intermináveis,
mas que nunca me angustiaram.
Como este começo de noite,
que de tão perfeita harmonia de
cores
fala de você,
sem cantar.
olá!! mande notícias, sinto saudades das conversas por comentários... eliseu
ResponderExcluirTambém sinto saudades. A correria da vida nos afasta do melhor. Vamos correr atrás dele. Liebe Grüsse.
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